O Exercício do Amor Próprio

O Exercício do Amor Próprio

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

A magia do acreditar no melhor!




Nem sempre é possível construir e sustentar nossos castelinhos de ilusões e, realmente, vivê-los na vida adulta é muito mais desafiador. Por que a realidade, os sofrimentos amorosos e sentimentais, os compromissos e as obrigações nos mostram uma fase, às vezes, mais dura e cruel, que nos faz perder a crença na magia e no “encantado”. Mas, também percebi que, com certeza, não precisamos perder toda a doçura, a fé e a crença em dias e pessoas melhores por causa das decepções e dos obstáculos que, são e sempre serão naturais no decorrer do percurso existencial.

Sem contar que, lá fora pode ser ruim, mas aqui dentro, dentro de cada um de nós, em especial que busca ser e fazer o melhor, é, e tem que ser sempre bom, e é ai, que devemos conservar toda essa esperança e magia da infância, das boas lembranças, da mágica do perdão, da verdade, da amizade sem interesses, do sorriso largo, do abraço apertado e desinteressado, afinal, nada nem ninguém, pode ter esse poder, de "assassinar a nossa inocência" não aquela de ser tola, boba, ingênua, mas sim, a que nos torna feliz, nos faz crer no bem, no amor, na vida colorida, apesar dos dias cinzas, acreditar em um mundo pleno e com possibilidades de evolução, apesar de tudo, muitas e muitas vezes, nos mostrar o contrário.

A magia interior precisa ser sempre alimentada, mesmo que externamente só vejamos "dragões e pântanos", mas precisamos fortalecer o íntimo com dias de sol, flores nos campos, caminhos de pedras amarelas, arco-íris com potes de ouro no final, pássaros e bichinhos cantantes, pó de pirlimpimpim, fadas madrinhas, amores eternos, príncipes, princesas e esperança de muitos “felizes para sempre”.

A vida será da cor que a gente pintá-la, por isso, busque apesar de tudo, mantê-la sempre colorida, a ter dias menos cinzas, a vivê-la de forma mais plena, sendo verdadeiro, íntegro e acima de tudo, solidário com você, com o próximo e com todo o planeta. Essa com certeza é a maior mágica existencial.

Angel Marques 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Por um mundo com mais AMOR!



" Os assassinos estão livres, nós não estamos". Eis uma frase dita por Renato Russo há anos atrás, mas que se faz tão fortalecida nos dias atuais. E então, o que fazer? Como amenizar tanta dor causada por seres humanos que estão banalizando, ainda mais, a vida humana?
Pode parecer utopia ou ilusão, mas o que falta é AMOR! A falta de amor transforma o homem no seu pior carrasco. A falta de amor e bondade faz com que o homem não tenha sentimentos altruístas e de compaixão paracom o outro e, desse modo, não preze, não respeite, não valorize e, mais que tudo, mate.
Vivemos em um planeta de provas e expiações, tudo faz parte de um plano maior (eu acredito), mas também acredito que o pai nos deu livre arbítrio para através das nossas escolhas, mudarmos os fatos, amenizarmos as adversidades, melhorarmos aquilo que pode ser melhorado. Mas o que percebo é que a ganância, o egoísmo, o consumismo, o capitalismo e tudo aquilo que preza e valoriza o TER tem sobressaído sobre o SER. E o resultado disso tudo??? Esse caos e essa desordem existencial.
Hoje, basicamente, temos TUDO. Mas não somos mais NADA. Por que nossos mil títulos, status, bens materiais e tudo que batalhamos para TER, em questões de segundos é deixado para trás quando um outro ser decide que a sua vida deve ser ceifada por motivo NENHUM. Nada disso é garantia de você está protegido contra tantas mazelas físicas e emocionais. A vida humana está banalizada. Nós nos tornamos descartáveis. Raça, Credo, Status, Cultura, Condição sexual ou qualquer coisa que supsotamente "nos diferencie", não tem efeito salvador. Somos todos iguais e estamos TODOS, independente de qualquer coisa, no mesmo barco da vulnerabilidade da insegurança e do medo, pois os maus não fazem diferença. E os "bons" também estão surtando.
Por isso, que possamos AMAR mais. Que possamos ser mais solidários e menos intolerantes, egoístas, preconceituosos, pois o mundo já está superlotado de maldade, de tristeza, de dor, de desamor e desespero. Agora é hora de união. Só ela trará a força que necessitamos para passar pelas tempestades sem sucumbir a elas. Precisamos tentar sair da faixa de pensamentos negativos, de tragédias e desesperança, pois quanto mais alimentarmos a energia conturbada do planeta, mais ela se agigantará e, em pouco tempo, TODOS seremos engolidos por ela.

Angel Marques

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Estar bom não é ser bom!




A caridade é algo fácil de fazer. Afinal, ser caridoso é prático. Você faz a caridade, seja ela qual for, mas não precisa dar suporte contínuo, diário, persistente e/ou penitente. Ser benevolente requer mais sacrifícios, pois a benevolência vai além de dar algo ou fazer alguma boa ação a outrem, mas consiste em assistir, cuidar, cativar diariamente o que se auxilia, dar uma importância a mais que simplesmente doar ou auxiliar ao próximo. 

É bem similar ao ato de "estar bom", quando você está bom, tudo cansa, você enjoa rápido de ajudar, tudo se torna pesado ao passar dos dias, mas quando você "é bom", isso é natural, leve, sem pesos ou sensações desconfortantes por doar-se a alguém seja pelo motivo que for. 

Entre a caridade e a benevolência, entre estar e ser bom, todos são importantes, claro, mas é preciso refletir fundamentado no princípio da empatia: o que melhor lhe caberia se fosse você no lugar do outro. Como você gostaria de ser tratado, ajudado, auxiliado e, acima de tudo, cuidado por alguém. Diante dessas reflexões você faz a sua escolha, mas lembrando-se sempre que todos na vida passam pelos dois lados, cedo ou tarde, um dia somos cuidadores, mas em outros, seremos cuidados! 

É preciso refletir!!!


Angel Marques 

Ser Fênix todos os dias!






Vivemos um eterno recomeçar. Cada dia nos propicia essa oportunidade. Mas, renascer, nem sempre conseguimos fazer com tanta facilidade, pois requer algumas renúncias, disciplinas, enfrentamentos que não estamos dispostos ou acreditamos não estar preparados. 


Contudo, esse renascimento acontecerá, cedo ou tarde, pelo amor ou pela dor, por sua vontade ou com a ajuda da vida que lhe "dá uma rasteira" e diz em alto e bom tom: "Esperei demais por sua decisão, agora você vai pausar, reavaliar tudo e, mesmo diante de mais desafios que lhe colocarei, aprender a renascer. É preciso. Você vai agradecer!"

Portanto, que possamos buscar nosso renascimento e mudanças necessárias antes das rasteiras da vida, pois nem sempre, na verdade quase sempre, elas não são nada fáceis e são bastante dolorosas.

Todos nós somos uma Fênix. Todos nós temos a capacidade de renascer das cinzas e avançar, basta apenas que passemos a acreditar nessa verdade!

Beijos e luz!

Angel Marques

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

"É preciso viver o luto" do fim de uma relação!





"É preciso viver o luto", bem já disse Freud, em especial o do fim de uma relação, porque se não ele vira trauma, doenças psicomatizadas, aversões, medos, bloqueios e afins. 
Sempre fui adepta ao "esgotar algo". Acho que precisamos esgotar uma relação, mas não no sentido pejorativo da palavra, apenas no sentido de ouvir e seguir o anseio de sua alma de tentar que aquilo dê certo, sem o extremo da autoflagelação, claro, mas apenas na busca por meios, possibilidades até o ponto que perceber que não dá, mesmo, e que o melhor é deixar ir ou você ir.

Pois se você pula fora antes, mas sai com a alma repleta de "se, se, se...", você segue cheia de conflitos que não permitirão viver novas relações saudáveis, mas sim "capengas", baseadas em comparações e sobrecarregadas das sensações ruins das anteriores que não foram esgotadas. Inclusive, "culpas", e vontades de novas tentativas, mesmo sabendo que aquilo não é benéfico. Geralmente, quando há esse "não luto", quando a relação termina antes desse "esgotar", as pessoas seguem com os fantasmas atormentando a vida, estagnando o amor e bloqueando a felicidade! 

É preciso entender que para maturar um fruto, mesmo o do amor, às vezes é preciso deixar "morrer" para viver um novo e saudável amor no coração. E como bem diz Gil, "o amor...é como um grão, uma semente de ilusão, tem que morrer pra germinar, plantar nalgum lugar".

Angel Marques

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. E nós podemos ajudar nessa opção.




Observo os transeuntes em seus passos acelerados, de um lado para o outro, ansiosos e sempre com um objetivo a ser cumprido. Mesmo que ele seja apenas sobreviver. Sim, S O B R E V I V E R! 

Temos a péssima mania de julgar. Achamos sempre que quem sofre, sente dor ou está triste e desolado está com isso estampado na face e no corpo. Mas, não. Não se enganem. Entre nós, seguindo de um lado para o outro, aparentemente apenas ansiosos, existem milhares de pessoas sofrendo muito em seu íntimo. Padecendo de todas as formas de dores: físicas, emocionais, espirituais. Leves, pesadas, supostamente bobas, para nós e nossa eterna arrogância humana, severas, daquelas que flagelam intensamente, mas nem sempre são expostas, enfim, entre nós ou , quem sabe, cada um de nós, sofre seja lá pelo que for e isso tem que ser respeitado. Dado a mínima importância. Cuidado, em especial no uso da empatia. 

Quem de nós, do mais fraco ao mais forte, não gosta de receber carinho? Saber que existe alguém que realmente se importa. Que você não é apenas mais um multidão que vai e vem sem função. Que sua dor, mesmo não sendo aquela que está no estagio final, doi, machuca, flagela e que isso deve ser respeitado, e é. 

Acredito que somos, muitas vezes, egoístas extremos. Até quando supomos que não. Nos importamos quando é conveniente. Quando não exige tanto. Quando a dor do outro não cansa nossos ombros. Aí é fácil se importar. Por que o difícil é se colocar no lugar dele, seja esse qual for, e perguntar como eu gostaria que me tratassem se estivesse nessa situação? Quem sabe assim, agíssimos com mais compaixão. 

Há muitos transeuntes no mundo. Nós, também, somos um deles. Há muito sofrimento encoberto em um olhar distante, em um passo acelerado, em uma constante "reclamação", em uma face sisuda e apática. Se ficar assim resolve algo? Não. Claro que não. Mas quem somos nós para delimitar o sofrer do outro, se em muitos momentos, mesmo com todo conhecimento e busca, não conseguimos nem fazer isso com os nossos sofrimentos. 

Por isso, que possamos ter mais empatia pelo outro. Que busquemos compreender que cada um está em uma etapa evolutiva e, assim sendo, cada um tem uma forma, uma bagagem e uma força para lidar com seus temores. Se não podemos, e nem devemos, tirar a dor de ninguém, pelo menos que contribuamos para amenizá-las. 

A dor é inevitável, mas o sofrimento é opcional. E nós podemos ajudar nessa opção. 

Angel Marques

Plantemos amor....o mundo está carente dele!



Estamos tão carentes de amor que nem nos damos conta disso. Seguimos em um estado de normose, aceitando qualquer "migalha" e achando que basta. Não. Não basta! Todo ser humano merece transbordar de amor: Do seu próprio e do próximo. Portanto, transbordemos! 


O amor se manifesta nas pequenas ações do dia a dia: vai do simples bom dia ao obrigada, na compra de um pão na padaria. Amor é um hábito que se não for praticado, enfraquece e se perde. O amor é tão simples que por esse motivo, muitas vezes, passa despercebido. Por isso, é preciso saber amar. É preciso saber receber amor! É preciso saber reconhecer um ato de amor! 

Amemo-nos todos os dias! 


Angel Marques 

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Seu coração não é depósito de lixo!




Não. Seu coração não é depósito de lixo e nem terreno baldio para aceitar receber o que não presta e faz mal, acumular isso e, pior, carregar o tempo todo com você. Se alguém te fez mal, mesmo que doa ou faça sofrer, é preciso entender que você não pode absorver essa energia e se permitir sentir mal ou acumular mágoas, ressentimentos, tristezas e afins, paralisando a vida, atrofiando a caminhada, fazendo mal a mente e ao corpo.
Afinal, quem fez o mal foi ele. Você mantém a sua conduta e comportamento inabalável, imaculado, intocável. Por isso, não é você que deve se maltratar e sacrificar com tantas energias ruins e deletérias, prejudicando, apenas e exclusivamente, a você mesmo.
Se isso é fácil? Obviamente não é. Afinal, quando nos magoam ou machucam, ferem, também, o nosso ego. Aquele que diz que NÓS não podemos ser machucados por ninguém. Mas, o mesmo que nos faz esquecer que agindo baseado nele, somos mais algoz de nós mesmos que o outro. E o mais interessante é que, muitas vezes, esse "outro" que nos machucou, segue tranquilo, em paz, sem pesos e sem "si maltratar" em nada.
Portanto, é preciso lutar contra os acúmulos ruins (mágoas, raiva, ressentimentos, decepções, etc) e problemas mal resolvidos, pois esses são, com certeza, nossos piores fantasmas e, se permitirmos, nos assombrarão por um longo período de tempo.
É preciso refletir e, acima de tudo, proteger as emoções. Pois a nossa saúde e bem-estar dependem do equilíbrio delas.
Angel Marques

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

" Do caos nascem as estrelas"



Há momentos em que tudo resolve acontecer de uma vez só. São problemas de todas as ordens: com você, com os seus, com o mundo, com os mais próximos, enfim, acontece sempre algo que, de um jeito ou de outro, te afeta direta ou indiretamente.
Às vezes, parece que você não vai suportar, que o peso é maior do que pode aguentar, que a tempestade não vai passar. Isso é normal, sempre nos assustamos com os obstáculos. Mas o que precisamos lembrar é que as estrelas nascem do caos. O céu anil e o sol brilhante sempre surgem depois de uma tempestade. Então, para que haja limpeza na casa é preciso, primeiro, bagunçá-la e ir organizando tudo aos pouquinhos. Por isso, é preciso ter fé, ânimo e coragem para enfrentar as adversidades que surgem em nossas vidas.
Nada é por acaso e sem a permissão de Deus, por isso é preciso perseverar e seguir, mesmo em meio a dor, a tristeza, o sofrimento, o medo, a descrença. O que não podemos permitir é o desânimo, a falta de fé e esperança que tudo vai melhorar, que as coisas vão se ajeitar e que tudo vai passar. Cedo ou tarde, passa. Nada é para sempre, nem a dor, nem a alegria.
Angel Marques

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

A contradição humana de todos os dias.



O ser humano é contraditório e engraçado. Quando está mal, triste, com problemas e bem pra baixo, compartilha, busca alguém para desabafar, dividir o fardo, auxiliá-lo a superar o seu tão fatídico momento. Ok. Isso é muito normal e, certamente, necessário. Porém, a grande contradição é que quando tudo passa e ele fica bem, saudável, alegre, com os problemas resolvidos ou pelo menos encaminhados, quando se sente melhor e percebe que já consegue caminhar sozinho, logo esquece o outro, desaparece, não compartilha as suas alegrias, conquistas, bem-estar, não busca para partilhar um pouco da sua superação e vitória. 

E sempre fica uma indagação em relação a tudo isso: O Porquê. O porquê de ser mais fácil compartilhar dor e tristeza a alegria e saúde, mal estar e desânimo a bem-estar e otimismo, decepções, problemas a felicidades e soluções? Seria por medo? Medo do "olho grande" em sua felicidade? Seria por achar que o outro só é digno para receber energias deletérias e não as saudáveis? Ou simplesmente por que é egoísta e pensa apenas em si mesmo e quando a dor passa consegue só se enxergar, de novo? 

Independente da resposta, é preciso refletir. Sim, pois todos devem auxiliar uns aos outros, sem condições. Mas todos, também, merecem ser agraciados com um pouco da luz e da alegria do outro. Compartilhar dor é preciso. Compartilhar amor e felicidade é necessário.

Angel Marques